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Açotubo é Destaque no Valor Econômico

Mídia 14.02.2020

Grupo Açotubo prepara novo ciclo de investimentos para o período de 2021 a 2023

O Grupo Açotubo prepara novo ciclo de investimentos para o período de 2021 a 2023. O valor deve girar em torno de R$ 100 milhões. Neste ano, a empresa vai aplicar R$ 31 milhões na operação. O orçamento faz parte do plano anterior, também de R$ 100 milhões, que termina em 2020.

Bruno Bassi, gerente executivo e corporativo e filho de um dos sócios da distribuidora, afirmou ao Valor que os aportes são necessários para adequar a companhia a um novo cenário. Isso porque a estimativa da Açotubo é de aumento da demanda nos próximos anos com a retomada das obras industriais, de infraestrutura, principalmente energia, e no setor de óleo e gás.

Segundo Bassi, o faturamento bruto do grupo, que tem o maior negócio na distribuição de aço, deve chegar neste ano a R$ 1 bilhão. Em 2019, a receita da distribuidora somou R$ 800 milhões e, no ano anterior, outros R$ 760 milhões.

“Nos anos anteriores, muitas empresas represaram os investimentos por causa do desempenho econômico. Agora, esses aportes devem sair do papel, a estimativa para o crescimento da economia é boa. E isso vai movimentar o nosso mercado. As encomendas estão voltando”, disse Bassi.

O grupo vende aços longos, que são barras maciças e tubos com e sem costura, conexões e aço inoxidável. Seus principais fornecedores são a Gerdau, a Vallourec, a Tenaris – antiga Confab – e a Aperam. A companhia também opera centros de serviço, trefilação e ancoragem em geral para sustentação de edifícios.

Diante dessa perspectiva de melhora na economia brasileira, o executivo estima que o volume comercializado pela distribuidora deve chegar a 105 mil toneladas em 2020. No ano passado, esse volume foi de 87 mil toneladas de aço. “Nos últimos três anos, a nossa carteira média mensal foi de 60 mil clientes”, afirmou.

O executivo afirmou que, atualmente, a companhia trabalha com um estoque para 4,5 a 5 meses de venda. O ideal, de acordo com Bassi, é uma armazenagem para quatro meses. “Não importamos muito produto siderúrgico. A maior parte de nossos fornecedores são usinas nacionais. Com isso, o câmbio acaba nos favorecendo, pois, clientes que importavam se voltam para o mercado interno. Mais uma oportunidade para aumento das nossas vendas.”

Outro setor da economia que deve puxar o crescimento das vendas da distribuidora é o de energia elétrica. Segundo Bassi, a construção das linhas de transmissão que foram licitadas no ano passado devem ser iniciadas. “É um segmento muito aquecido e deve permanecer nos próximos anos”, afirmou o executivo. Nesse segmento, a empresa atua na venda de produtos que ajudam na sustentação e ancoragem das torres.

Fonte: Valor
Seção: Siderurgia & Mineração
Publicação: 14/02/2020

 

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